- Someone got a bag for Christmas
- Excuse-me?
- The bag… in the closet… it's a new bag….
- oh, yeah… yes it
(não sei o que me preocupa mais… se é o facto do chefe reparar na minha carteira ou o ele estar a coscuvilhar no meu armário!)
- It was gift... Santa Claus was and nice and brought me this lovely branded bag
- Oh, I know…
- I beg your pardon?
- I know the brand…. It's a good brand… you must have done something good
(porque é que o meu chefe saberá a marca da minha carteira e a distingue à distância?!?!?!? Porque é que eu estou a falar de carteiras com o meu chefe?!?!?!)
- Yeah… I guess so.
terça-feira, janeiro 08, 2008
sábado, janeiro 05, 2008
Vale a pena ver....
Ainda que absolutamente esmagado pela crítica (ex: artigo no "The Guardian" http://film.guardian.co.uk/cannes2007/story/0,,2080900,00.html), que tenha uma lentidão quase exagerada e que as personagens não tenham grande densidade... vale a pena ver... "My Blueberry Nights"...

- So... were you bored to death?
- Very much... I even felt tempted to leave the room with the gay couple that left half hour after the movie started..
- oh.. I'm sorry...
- Did you liked it?
- Yeap!
- Really????
- Yes!
- Oh... you're too girlie!
- This is not a chick movie!
- It seemed very girlie to me...
- oh... for f*cks sake ... I'm not a girlie type of girl and this is not even a romantic movie...
- Fine, fine... Let's feed our bodies... given that at least one of us could not feed the soul with the movie...
- Ok... "anti-girlie" girl... Let's provide you some good some pizza for the body!

- So... were you bored to death?
- Very much... I even felt tempted to leave the room with the gay couple that left half hour after the movie started..
- oh.. I'm sorry...
- Did you liked it?
- Yeap!
- Really????
- Yes!
- Oh... you're too girlie!
- This is not a chick movie!
- It seemed very girlie to me...
- oh... for f*cks sake ... I'm not a girlie type of girl and this is not even a romantic movie...
- Fine, fine... Let's feed our bodies... given that at least one of us could not feed the soul with the movie...
- Ok... "anti-girlie" girl... Let's provide you some good some pizza for the body!
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Sejamos todos benvindos a 2008!
A julgar pela música que andou de boca em boca... 2008 vai ser um ano cheio de fé! :o)
Eu acredito na rapaziada...
O que andamos a fazer matilde... - II
Vai dar entrada na linha número 1, o comboio alfa pendular com destino a Braga. Efectua paragens em Lisboa Oriente, Coimbra B, Aveiro, Gaia, Porto Campanhã e Braga.
Carruagem 3, lugar 57. Sentei-me. A meu lado, alguém que cheirava a sabão em barra.... Antes assim! Do outro lado do corredor... um casal... e como não poderia deixar de ser, uma criança...
As crianças que tendem a sentar-se perto de mim, também tendem a achar que eu sou uma pessoa afável e com paciência.... Não é o caso! E por isso, antes que a criança desse pela minha existência, abri o livro determinada a ler não só o capítulo sobre "motivational interview", mas também o que falava sobre o teatro como ferramenta de promoção da saúde.
Marcador amarelo em acção, vou já a meio do capítulo... sinto uns olhos postos em mim e uma mão a acenar...
"Matilde, deixa a menina que está a estudar!
Bla,bla,bla (palrear absolutamente incompreensível)"
Sorriso amarelo do meu lado
Foi o suficiente.... a matilde sorri de volta e passa a meia hora seguinte a tentar comunicar comigo... faço um esforço, afinal a criancinha até é simpática, e muito embora eu não a consiga compreender, para ela e para a mãe que orgulhosamente a segura em seu colo, tudo o que ela diz parece fazer sentido...
E então percebo.....
Esse é também o nosso padrão de comunicação Matilde... e eu questiono-me em que apeadeiro te terei perdido? e me terei eu perdido....? Será que poderemos partilhar a mesma carruagem? Tenho receio da resposta.... e por isso nada pergunto.... e no meu autismo comunicacional, só me ocorre.... O que andamos a fazer Matilde?
terça-feira, dezembro 18, 2007
domingo, dezembro 09, 2007
It's been a bad day, please don't take picture... it's been a bad day, please...
"- He´s leaving…
- When?
- End of the year…. This year!
- Oh… I’m so sorry to hear that.
- Not more then me, I can assure you that!
- Of course… I can imagine…
- No you can’t!
- Ok… maybe I can’t … But you know… this is Geneva…. We all know nobody is here to stay…
- I know…. But I don’t care! I’m in denial!
- Ok… denial… fair enough….
- I really enjoy working with him…. And he’s leaving!
- You just have to think that you had good moments! You both did productive work together but he’s leaving… and you’re happy for him…. Because he’s happy to be moving on!
- Only rationally!
- Hum?
- I’m rationally happy for him, because I know this is what he wants…. But emotionally, I’m really sad and furious that he’s leaving… and I’m left with … oh… never mind!
- Eventually, the rational will overcome the emotional… won’t it?
- It always does!
- So were fine… you’ll be a reasonable person again, won’t you?
- Eventually…. I may need a lot of runs though…
- Hey…
- Yes…
- I know what song I want for today’s episode…
- Bring it on…
- “Bad day”, REM… live version… I always prefer the live performances…
- "Bad day" will be!
- Thanks
- Wanna come down and celebrate Christmas?
- Not really… I’m calling it a day…. it’s time for weekend…
- OK… see you next week then
- Cheers…"
Enfim... vão-se as pérolas... ficam os porcos!
- When?
- End of the year…. This year!
- Oh… I’m so sorry to hear that.
- Not more then me, I can assure you that!
- Of course… I can imagine…
- No you can’t!
- Ok… maybe I can’t … But you know… this is Geneva…. We all know nobody is here to stay…
- I know…. But I don’t care! I’m in denial!
- Ok… denial… fair enough….
- I really enjoy working with him…. And he’s leaving!
- You just have to think that you had good moments! You both did productive work together but he’s leaving… and you’re happy for him…. Because he’s happy to be moving on!
- Only rationally!
- Hum?
- I’m rationally happy for him, because I know this is what he wants…. But emotionally, I’m really sad and furious that he’s leaving… and I’m left with … oh… never mind!
- Eventually, the rational will overcome the emotional… won’t it?
- It always does!
- So were fine… you’ll be a reasonable person again, won’t you?
- Eventually…. I may need a lot of runs though…
- Hey…
- Yes…
- I know what song I want for today’s episode…
- Bring it on…
- “Bad day”, REM… live version… I always prefer the live performances…
- "Bad day" will be!
- Thanks
- Wanna come down and celebrate Christmas?
- Not really… I’m calling it a day…. it’s time for weekend…
- OK… see you next week then
- Cheers…"
Enfim... vão-se as pérolas... ficam os porcos!
domingo, dezembro 02, 2007
B&V....
Para meu grande (mas mesmo graaaaaaaaaaaaaande) contentamento.... encontrei o Ben Harper e o Eddie Vedder... juntos.... a coordenar cordas e vozes por uma boa causa!
terça-feira, novembro 27, 2007
"noTV4M"... Televisão.... Eu não!!!!
Tenho notado entre o meu círculo social um fenómeno que carinhosamente resolvi apelidar de "noTV".
Este fenómeno caracteriza-se pela negação da utilização de televisão e atinge pelo menos 3 níveis.... passo a descrever:
Nível 1: "eu não vejo televisão! não tenho em casa e sou incapaz de ir a um café ver seja o que for na TV!"
Factores ideológicos e monetários podem estar na origem de tal posicionamento. Ideológicos - a TV é um meio de comunicação direccionado às massas e o "não-telespectador" não se inclui em nenhum tipo de manada (estes são os que se acham verdadeiros intelectuais e pensadores!)
Monetários - a taxa de TV na suíça deve custar algo entre 200 e 300 euros.... aos quais é necessário adicionar o custo da TV... se pensarmos que o tempo médio que as pessoas estão em genebra são os 2 anos... é só fazer as contas..... ter TV em casa não é barato! E sentar-se em qualquer café para ver seja o que for, dificilmente custa menos do que 10 francos.... once again.... ver TV não é barato!
Nível 2: "eu não tenho TV, mas se for dar alguma coisa que me interesse até vou ao café com a malta assitir". Geralmente isto aplica-se a amantes de desporto televisivo que não acham necessário fazer o investimento na TV caseira.... total.... iam acabar no café a ver jogos de qualquer forma... assim, a desculpa ganha legitimidade! Os indivíduos nesta categoria, geralmente não têm grande problema com o fazerem parte da massa de espectadores que assiste a desporto na TV.... desporto é entretenimento para massas!
Nível 3: "eu não vejo TV a não ser para... ver notícias!" - que deve ser interpretado como "Apesar de ter TV, eu só vejo por motivos puramente informativos e não a uso como fonte de entretenimento!"
Ou outra sua variante pop: "eu não vejo TV a não ser para.... ver filmes ou séries" - que deve ser interpretado como "Apesar de eu ver TV, eu não passo horas em frente à TV sem um motivo válido".
Independentemente da variável, o facto de alguém que tem TV, sentir necessidade de justificar aos outros a forma como usa a sua TV, parece-me no mínimo... inapropriado! Acaso alguém se lembra de dizer "eu tenho aparelhagem, mas só a ligo para ouvir folk?" ou "eu tenho uma máquina fotográfica, mas só a uso em monumentos!" mesmo que seja esse o caso?!?!?!?!?!?!
Mas bom... as pessoas não querem ver TV, nem ser vistas pelos outros como telespectadores.... tudo bem! (Se todos gostassemos do azul o que seria do amarelo?!).... A minha maior dificuldade (que esteve na origem desta minha básica reflexão) reside na falta de tema de conversa de grande parte dos "noTV" que eu conheço (e digo maior parte para deixar algum espaço para o posicionamento de excepções).... cheguei à conclusão, em socializações fora das paredes do grande edíficio que nos alberga a todos, que é verdadeiramente difícil ter uma conversa que dure mais do que 5 minutos que não seja relacionada com... trabalho! Contratos de trabalho, viagens de trabalho, colegas de trabalho, notícias de trabalho, o quão bem está a correr o trabalho e ainda mais frequentemente o quão mal está a correr o trabalho.
Ora.... se não veem TV... fine!... mas ao menos façam outras coisas que não se relacionem só com trabalho! É que isto de ter que trabalhar mais do que muitas horas por dia e ainda por cima ter que ouvir falar de trabalho fora do lato horario de expediente.... não facilita de todo o convívio social!
Este fenómeno caracteriza-se pela negação da utilização de televisão e atinge pelo menos 3 níveis.... passo a descrever:
Nível 1: "eu não vejo televisão! não tenho em casa e sou incapaz de ir a um café ver seja o que for na TV!"
Factores ideológicos e monetários podem estar na origem de tal posicionamento. Ideológicos - a TV é um meio de comunicação direccionado às massas e o "não-telespectador" não se inclui em nenhum tipo de manada (estes são os que se acham verdadeiros intelectuais e pensadores!)
Monetários - a taxa de TV na suíça deve custar algo entre 200 e 300 euros.... aos quais é necessário adicionar o custo da TV... se pensarmos que o tempo médio que as pessoas estão em genebra são os 2 anos... é só fazer as contas..... ter TV em casa não é barato! E sentar-se em qualquer café para ver seja o que for, dificilmente custa menos do que 10 francos.... once again.... ver TV não é barato!
Nível 2: "eu não tenho TV, mas se for dar alguma coisa que me interesse até vou ao café com a malta assitir". Geralmente isto aplica-se a amantes de desporto televisivo que não acham necessário fazer o investimento na TV caseira.... total.... iam acabar no café a ver jogos de qualquer forma... assim, a desculpa ganha legitimidade! Os indivíduos nesta categoria, geralmente não têm grande problema com o fazerem parte da massa de espectadores que assiste a desporto na TV.... desporto é entretenimento para massas!
Nível 3: "eu não vejo TV a não ser para... ver notícias!" - que deve ser interpretado como "Apesar de ter TV, eu só vejo por motivos puramente informativos e não a uso como fonte de entretenimento!"
Ou outra sua variante pop: "eu não vejo TV a não ser para.... ver filmes ou séries" - que deve ser interpretado como "Apesar de eu ver TV, eu não passo horas em frente à TV sem um motivo válido".
Independentemente da variável, o facto de alguém que tem TV, sentir necessidade de justificar aos outros a forma como usa a sua TV, parece-me no mínimo... inapropriado! Acaso alguém se lembra de dizer "eu tenho aparelhagem, mas só a ligo para ouvir folk?" ou "eu tenho uma máquina fotográfica, mas só a uso em monumentos!" mesmo que seja esse o caso?!?!?!?!?!?!
Mas bom... as pessoas não querem ver TV, nem ser vistas pelos outros como telespectadores.... tudo bem! (Se todos gostassemos do azul o que seria do amarelo?!).... A minha maior dificuldade (que esteve na origem desta minha básica reflexão) reside na falta de tema de conversa de grande parte dos "noTV" que eu conheço (e digo maior parte para deixar algum espaço para o posicionamento de excepções).... cheguei à conclusão, em socializações fora das paredes do grande edíficio que nos alberga a todos, que é verdadeiramente difícil ter uma conversa que dure mais do que 5 minutos que não seja relacionada com... trabalho! Contratos de trabalho, viagens de trabalho, colegas de trabalho, notícias de trabalho, o quão bem está a correr o trabalho e ainda mais frequentemente o quão mal está a correr o trabalho.
Ora.... se não veem TV... fine!... mas ao menos façam outras coisas que não se relacionem só com trabalho! É que isto de ter que trabalhar mais do que muitas horas por dia e ainda por cima ter que ouvir falar de trabalho fora do lato horario de expediente.... não facilita de todo o convívio social!
sábado, novembro 24, 2007
Maurice Bejart...
Na passada quinta feira, 22 de Novembro, morreu maurice bejart aqui ao lado em Lausane...
Ouvi a noticia pela voz de um jornalista da BBC e imediatamente o meu pensamento vagueou pelas aulas de história da dança....
A inesgotável paciência e calmaria do Júlio, a sua resistência à agitação resultante de ter meia dúzia de adolescentes cheios de energia na mesma sala.... e a impaciência da sua sucessora... vá... a super-"Tia Berta"!
Enfim, professores à parte...
Acredito na imortalidade dos génios....nas mentes, livros, encenações e palcos... acredito que a obra de béjart é o seu passaporte para a imortalidade...
imagem retirada de: http://www.newchatter.com/
quinta-feira, novembro 22, 2007
A contemplação do medicamento fora de prazo....
Inflamações de vidas passadas, dão frequentemente sinal de vida, sem que eu tenha ainda percebido o que as faz manifestar. Tenho andado a braços com uma delas (ou deverei dizer à perna?!?!?), e ontem achei que o que era demais era moléstia, e que estava na altura de atenuar o incómodo latejar.
Monólogos partilhados entre o quarto e a casa de banho:
"Ora o que eu preciso mesmo.... é de um anti-inflamatório...
O que é que é um anti-inflamatório.... hum.... pensa, pensa, pensa..... AH! Alguma coisa da familia dos ibuprofenos deve servir.
Kit de medicamentos.... paracetamol, antibióticos, mais antibióticos, ainda mais antibióticos.... antidiarreico, anti-ácido, repelente de mosquitos, agulhas, seringas.... porra! Então esperam que eu sobreviva no mato à base de paracetamol?!?!?!
Hum.... vamos ao armário pessoal.... AH! Cá está: Ibuprofeno! Estou salva! Vejamos a validade.... 05/2007
Ohhh não!
Será que 6 meses depois do prazo é muito na vida de um medicamento?"
Duelo mental, bom vs mau:
Hum... nope! 6 meses não é nada! Toda a gente sabe que os medicamentos têm um tempo de vida longuíssimo!
Hey... tu nem sequer comes iogurtes 1 dia fora do prazo e agora estás a contemplar tomar um medicamento que já morreu há 6 meses?!?!?!?
Não consigo resolver esta dualidade sozinha.... ah, já sei... telefono à médica:
"- Dra.... preciso de legitimação.... posso tomar uma medicamento cujo prazo de validade acabou em Maio?
- Ahn, isso não me parece nada bem...
- De certeza?
- Sim, de certeza.
- Bom... isso é de facto desencorajador... e paracetamol.... achas que ajuda alguma coisa?
- Pelo menos alivia a dor....
- 500mg?
- Nah.... toma 1g que 500 só faz cócegas!"
E pronto... com medo de ceder à tentação e acabar ainda assim a tomar um medicamento morto há ja seis meses .... deitei-o fora e engoli o paracetamol....
Não resolveu, mas atenuou... e para quê resolver se se pode disfarçar? :o)
Monólogos partilhados entre o quarto e a casa de banho:
"Ora o que eu preciso mesmo.... é de um anti-inflamatório...
O que é que é um anti-inflamatório.... hum.... pensa, pensa, pensa..... AH! Alguma coisa da familia dos ibuprofenos deve servir.
Kit de medicamentos.... paracetamol, antibióticos, mais antibióticos, ainda mais antibióticos.... antidiarreico, anti-ácido, repelente de mosquitos, agulhas, seringas.... porra! Então esperam que eu sobreviva no mato à base de paracetamol?!?!?!
Hum.... vamos ao armário pessoal.... AH! Cá está: Ibuprofeno! Estou salva! Vejamos a validade.... 05/2007
Ohhh não!
Será que 6 meses depois do prazo é muito na vida de um medicamento?"
Duelo mental, bom vs mau:
Hum... nope! 6 meses não é nada! Toda a gente sabe que os medicamentos têm um tempo de vida longuíssimo!
Hey... tu nem sequer comes iogurtes 1 dia fora do prazo e agora estás a contemplar tomar um medicamento que já morreu há 6 meses?!?!?!?
Não consigo resolver esta dualidade sozinha.... ah, já sei... telefono à médica:
"- Dra.... preciso de legitimação.... posso tomar uma medicamento cujo prazo de validade acabou em Maio?
- Ahn, isso não me parece nada bem...
- De certeza?
- Sim, de certeza.
- Bom... isso é de facto desencorajador... e paracetamol.... achas que ajuda alguma coisa?
- Pelo menos alivia a dor....
- 500mg?
- Nah.... toma 1g que 500 só faz cócegas!"
E pronto... com medo de ceder à tentação e acabar ainda assim a tomar um medicamento morto há ja seis meses .... deitei-o fora e engoli o paracetamol....
Não resolveu, mas atenuou... e para quê resolver se se pode disfarçar? :o)
quarta-feira, novembro 21, 2007
Ooops.... afinal enganaram-se por mais ou menos 7 milhões!
Mais uma vez tenho que dizer que acho um absurdo que 1 doença sozinha tenha um orçamento de 38 ou 40 biliões... e como acredito em gestão e programas horizontais e não em abordagens verticais os erros estatisticos parecem-me ainda mais graves!
U.N. steeply lowers its AIDS estimates
By Jia-Rui Chong and Thomas H. Maugh II,
Los Angeles Times Staff Writers
November 20, 2007
The United Nations on Monday radically lowered years of estimates of the number of people worldwide infected by the AIDS virus, revealing that the growth of the AIDS pandemic is waning for the first time since HIV was discovered 26 years ago.
The revised figures, which were the result of much more sophisticated sampling techniques, indicate that the number of new infections peaked in 1998 and the number of deaths peaked in 2005.
The new analysis shows that the total number of people living with HIV has been gradually increasing, but at a slower rate than in the past.
Hints of those trends were present in the older estimates, but at much greater numbers.
UNAIDS estimated in a report to be issued today that about 2.5 million people will be infected with the AIDS virus, called HIV, this year -- a 40% drop from the 2006 estimate.
The report also says that about 33 million people worldwide are infected with the virus, compared with last year's estimate of almost 40 million.
Reports over the last decade or longer have portrayed a disease spiraling out of control, but improved methods of counting people with AIDS have unveiled a different picture.
"For the first time, we are seeing a decline in global AIDS deaths," said Dr. Kevin De Cock, director of the AIDS department at the World Health Organization.
UNAIDS Executive Director Dr. Peter Piot said the new estimates also reflected improved treatment rates and changes in sexual behavior in some affected regions of the world.
"These improved data present us with a clear picture of the AIDS epidemic," he said. "Unquestionably, we are beginning to see a return on investment."
The data represent some of the first good news in the battle to control the pandemic, particularly coming after recent reports indicating that promising HIV vaccines are ineffective and perhaps even dangerous.
The numbers have been highly politicized because they are used to govern the distribution of the billions of dollars in aid that is being poured into the problem by industrialized countries -- an estimated $10 billion this year.
Some critics viewed the changed estimates as a remarkable admission by world health authorities that they had made a mistake.
Dr. James Chin of UC Berkeley, a former WHO AIDS expert who has been tracking the disease since it first emerged in California in the 1980s, has been arguing for years that the UNAIDS figures have been inflated.
"It's getting closer to what it ought to be, but it's still high," he said. "It seemed to me that high-rise house of numbers had to crumble."
Chin estimated the total number of cases worldwide at 20 million to 30 million.
UNAIDS has "been overemphasizing and exaggerating numbers in an effort to get more and more money," Chin said. "A lot of people say the ends justify the means. It's going to come back and bite you when the real numbers appear."
Dr. Paul De Lay of UNAIDS said that he considered it "absurd" to think his agency would exaggerate the data.
"It would be technically impossible to somehow rig the numbers," he said.
De Lay said the revised numbers would only have a small effect on the budget the agency has recommended for treatment programs. With the downward revisions, the $40 billion recommended for 2010 would drop to $38 billion, he said."
Artigo disponível em: http://www.latimes.com/news/printedition/front/la-sci-aids20nov20,1,1471965.story?coll=la-headlines-frontpage&ctrack=1&cset=true
E mais alguns links que podem ter interesse....
http://www.unaids.org/en/
http://data.unaids.org/pub/EPISlides/2007/
U.N. steeply lowers its AIDS estimates
By Jia-Rui Chong and Thomas H. Maugh II,
Los Angeles Times Staff Writers
November 20, 2007
The United Nations on Monday radically lowered years of estimates of the number of people worldwide infected by the AIDS virus, revealing that the growth of the AIDS pandemic is waning for the first time since HIV was discovered 26 years ago.
The revised figures, which were the result of much more sophisticated sampling techniques, indicate that the number of new infections peaked in 1998 and the number of deaths peaked in 2005.
The new analysis shows that the total number of people living with HIV has been gradually increasing, but at a slower rate than in the past.
Hints of those trends were present in the older estimates, but at much greater numbers.
UNAIDS estimated in a report to be issued today that about 2.5 million people will be infected with the AIDS virus, called HIV, this year -- a 40% drop from the 2006 estimate.
The report also says that about 33 million people worldwide are infected with the virus, compared with last year's estimate of almost 40 million.
Reports over the last decade or longer have portrayed a disease spiraling out of control, but improved methods of counting people with AIDS have unveiled a different picture.
"For the first time, we are seeing a decline in global AIDS deaths," said Dr. Kevin De Cock, director of the AIDS department at the World Health Organization.
UNAIDS Executive Director Dr. Peter Piot said the new estimates also reflected improved treatment rates and changes in sexual behavior in some affected regions of the world.
"These improved data present us with a clear picture of the AIDS epidemic," he said. "Unquestionably, we are beginning to see a return on investment."
The data represent some of the first good news in the battle to control the pandemic, particularly coming after recent reports indicating that promising HIV vaccines are ineffective and perhaps even dangerous.
The numbers have been highly politicized because they are used to govern the distribution of the billions of dollars in aid that is being poured into the problem by industrialized countries -- an estimated $10 billion this year.
Some critics viewed the changed estimates as a remarkable admission by world health authorities that they had made a mistake.
Dr. James Chin of UC Berkeley, a former WHO AIDS expert who has been tracking the disease since it first emerged in California in the 1980s, has been arguing for years that the UNAIDS figures have been inflated.
"It's getting closer to what it ought to be, but it's still high," he said. "It seemed to me that high-rise house of numbers had to crumble."
Chin estimated the total number of cases worldwide at 20 million to 30 million.
UNAIDS has "been overemphasizing and exaggerating numbers in an effort to get more and more money," Chin said. "A lot of people say the ends justify the means. It's going to come back and bite you when the real numbers appear."
Dr. Paul De Lay of UNAIDS said that he considered it "absurd" to think his agency would exaggerate the data.
"It would be technically impossible to somehow rig the numbers," he said.
De Lay said the revised numbers would only have a small effect on the budget the agency has recommended for treatment programs. With the downward revisions, the $40 billion recommended for 2010 would drop to $38 billion, he said."
Artigo disponível em: http://www.latimes.com/news/printedition/front/la-sci-aids20nov20,1,1471965.story?coll=la-headlines-frontpage&ctrack=1&cset=true
E mais alguns links que podem ter interesse....
http://www.unaids.org/en/
http://data.unaids.org/pub/EPISlides/2007/
domingo, novembro 18, 2007
Nas paredes de... Milano
segunda-feira, novembro 12, 2007
domingo, novembro 11, 2007
accidental babies... damien rice
Passeava aleatoriamente os meus dedos pelos CDs da fnac - basicamente à procura de algum motivo para não estudar durante o fim de semana - quando os meus olhos param no nome "Damien Rice"....

Hum.... já se adivinham novas memórias musicais embaladas por "9 crimes", "accidental babies, "sleep don't weep"... ou outras...
"Accidental babies
i held you like a lover
happy hands
and your elbow in the appropriate place
and we ignored our others' happy plans
for that delicate look upon your face
our bodies moved and hardened
hurting parts of your garden
with no room for a pardon
in a place where no one knows what we have done
do you come
together ever with him?
is he dark enough
enough to see your light?
do you brush your teeth before you kiss?
do you miss my smell?
is he bold enough to take you on?
do you feel like you belong?
does he drive you wild?
or just mildly free?
what about me?
you held me like a lover
sweaty hands
and my foot in the appropriate place
we used cushions to cover happy glands
and the mild issue of our disgrace
our minds pressed and guarded
while our flesh disregarded
the lack of space for the light-hearted
in the boom that beats our drum
and i know i make you cry
i know sometimes you wanna die
but do you really feel alive without me?
if so be free
if not leave him for me
before one of us has
accidental babies
for we are ..."
Mais Informação disponível em: http://www.damienrice.com/home.html
(imagem: capa do album "9", tirada de http://cdn.last.fm/coverart/
Antes de as playlists das rádios arruinarem completamente músicas como "cannonball" ou "blower's daughter" passando-as até à exaustão, o damien estava na minha lista da músicas mais tocadas em 2005 - segundo o itunes e o pink ipod que a ele se associa ...
...delicate... volcano.... amie... esquimo.... - sempre entre as 50 mais tocadas (acabei de escrever isto e lembrei-me da Joana a dizer.... "Mário toque-me mais rápido por favor".... ahahaha...)

Moving on.... Farta de o ouvir na radio, tipo música fast food, entre BEP e Avril.... o damien foi sendo substituído por outro(a)s.... até ver o "9" (e não.... não me refiro au autocarro que vai de Rive ao Cern)
"9" é o segundo album do Damien e foi lançado em Novembro de 2006...
Olhei para a capa do CD e pensei.... "ora aqui está o motivo ideal para não fazer o "TPC" para promoção da saúde".... e não me enganei.... o "9" está excelente!
As letras, a música, a voz dele, a voz dele combinada com a da Lisa Hannigan... a guitarra... o piano....
Hum.... já se adivinham novas memórias musicais embaladas por "9 crimes", "accidental babies, "sleep don't weep"... ou outras...
"Accidental babies
i held you like a lover
happy hands
and your elbow in the appropriate place
and we ignored our others' happy plans
for that delicate look upon your face
our bodies moved and hardened
hurting parts of your garden
with no room for a pardon
in a place where no one knows what we have done
do you come
together ever with him?
is he dark enough
enough to see your light?
do you brush your teeth before you kiss?
do you miss my smell?
is he bold enough to take you on?
do you feel like you belong?
does he drive you wild?
or just mildly free?
what about me?
you held me like a lover
sweaty hands
and my foot in the appropriate place
we used cushions to cover happy glands
and the mild issue of our disgrace
our minds pressed and guarded
while our flesh disregarded
the lack of space for the light-hearted
in the boom that beats our drum
and i know i make you cry
i know sometimes you wanna die
but do you really feel alive without me?
if so be free
if not leave him for me
before one of us has
accidental babies
for we are ..."
Mais Informação disponível em: http://www.damienrice.com/home.html
(imagem: capa do album "9", tirada de http://cdn.last.fm/coverart/
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